Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
15/05/17 às 13h53 - Atualizado em 30/10/18 às 12h21

Obras de revitalização do Polo JK vão sair do papel

COMPARTILHAR

Em 14 meses, local terá drenagem e nova subestação de energia

O Governo de Brasília lançou nesta segunda-feira (15) edital de licitação para obras de infraestrutura do Polo JK, em Santa Maria, a 40 quilômetros do centro da capital do país. O edital, que será uma responsabilidade da Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável, prevê R$ 46 milhões para obras de ampliação da rede de drenagem e outros R$ 14 milhões para construção de uma subestação da CEB, que gerará energia para as indústrias instaladas no local. A estratégia com a revitalização do Polo JK é manter as indústrias que produzem no lugar e atrair outras, e isso é parte do compromisso do governo em retomar o crescimento econômico do DF.

O dinheiro virá de um convênio entre o GDF e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, por meio do Programa de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal, o Procidades, cujo objetivo é promover o desenvolvimento econômico do DF mediante melhorias no ambiente de negócios, investimentos e capacitação, além da melhoria da infraestrutura e fomento do desenvolvimento empresarial nas Áreas de Desenvolvimento Econômico (ADEs). O Procidades dispõe de US$ 71,43 milhões, que o GDF garante que serão usados para cumprir a finalidade do programa.

O prazo de conclusão das obras é oito meses para a ampliação da rede pluvial e um ano e dois meses para a construção da subestação. A Novacap será a responsável pela manutenção da rede, e a CEB, naturalmente, pela da subestação.

O secretário Valdir Oliveira acredita que o Polo JK tem vocação para centralização logística, podendo se tornar um centro de produção e distribuição do centro oeste para o resto do país. Com a revitalização, a expectativa é também a de que o Polo JK reduza o deslocamento para o Plano Piloto de quem mora no Gama, Santa Maria e Entorno, porque irá oferecer empregos a esses moradores, consequentemente aumentando a renda das famílias e a arrecadação da região. “Uma empresa quando se instala no Polo JK, ela acaba alavancando uma cadeia produtiva em torno dela, porque a geração de emprego é geralmente indireta. Nós queremos preparar as nossas micro e pequenas empresas que fazem parte da cadeia produtiva das empresas instaladas aqui no Polo.”, comentou o secretário.